Mauá
Publicado às 14h52 — 10 de março de 2016
Espaço Multiuso (Casa do Hip Hop) terá oficinas culturais

Inaugurada em dezembro pela Prefeitura de Mauá, local vai ter ações para proporcionar inclusão social e educação por meio da arte

Por Leonardo Ratti | Portal Mauá e Região
Foto: Gil Sobrinho

Foto: Gil Sobrinho

Na última terça-feira (08) uma aula inaugural marcou o início das atividades da Casa do Hip Hop, recém-aberta pela administração municipal. Quase 100 pessoas, entre pais e alunos, estiveram no encontro promovido pela Secretaria de Cultura, Esportes e Lazer.

O objetivo do coordenador da pasta, Sérgio Pires, foi mostrar a dinâmica das aulas, explicar as regras do espaço e apresentar a programação cultural do ano. Para encerrar, alunos de turmas do ano passado fizeram uma apresentação de break dance com a orientação do professor Cleber.

Para o Secretário de Cultura, Esportes e Lazer de Mauá, Erisson Miranda Pessoa, além da formação proposta pela disciplina, o projeto tem outras importantes motivações, sobretudo proporcionar qualidade de vida, inclusão social e melhorar as relações familiares.

“Muitos pais relatam que o comportamento dos filhos mudou de maneira radical depois das aulas. Temos esse feedback porque não se trata de apenas de levá-los às oficinas. Fazemos um trabalho integrado com os pais, o diálogo com eles é permanente”, explicou.

Eryk Levy, 13 anos, do Jardim Oratório, se matriculou na oficina de beat box e está entusiasmado para começar. “Aqui vou liberar minha expressão de vida. Minha inspiração é o trecho de uma música do Charlie Brown que diz: ‘Meu estilo de vida liberta minha mente. Completamente louco, mas um louco consciente’. Aqui vai ser o primeiro passo para uma vida de sucesso”, declarou.

Leonardo Oliveira dos Santos Fernandes, o Dino, 18 anos, do Jardim Lusitano, faz break dance há um ano e participou da ação de ontem por fazer questão de estar engajado no projeto. Para ele, além de realizar o sonho de dançar, a oficina é uma ajuda e tanto para superar os problemas com a família.

“Muitas vezes saio de casa triste por causa das brigas e aqui fico em paz, fujo daquela rotina ruim. Também lidero um grupo de 10 dançarinos e aqui vamos aprimorar o trabalho porque nossa ideia é ir para fora do País e estourar. Ensaio três horas por dia, sete dias por semana, para isso”, contou.

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