Colunistas
Publicado às 10h36 — 13 de junho de 2016
A Nova Ortografia sem Crise, de Cliceu Laibida

A coluna tem o privilégio de apresentar a entrevista com o professor Cliceu Laibida, autor do livro “A Nova Ortografia sem Crise”

Por Sérgio Simka | Portal Mauá e Região

A Nova

A coluna tem o privilégio de apresentar a entrevista com o professor Cliceu Laibida, autor do livro “A Nova Ortografia sem Crise”.

Cliceu Laibida é formado em Língua e Literatura Portuguesa pela Universidade Regional de Blumenau. Pós-graduado em Linguística da Língua Portuguesa e Literatura Brasileira pela Universidade Campos de Andrade, Curitiba (PR). É professor de Língua Portuguesa e Literatura Brasileira na rede pública e particular de ensino de Santa Catarina. Publicou os livros “A Crase sem Crise” (EdiFurb, 2009) e “A Nova Ortografia sem Crise” (DIOESC, 2014). Assinou as colunas Língua Portuguesa, jornal Conceito Saúde, Porto Alegre (RS), e JE Informa, Língua, Linguagem e Fala, São Paulo, capital.

Fale-nos sobre o livro “A Nova Ortografia sem Crise”.

Ele foi escrito com o propósito de dirimir as dúvidas dos alunos, acadêmicos de Letras, professores e profissionais que utilizam a escrita como ferramenta de trabalho. É sabido e notório que até então muitos usuários da língua ainda não se adaptaram ao Novo Acordo Ortográfico. Acordo este que tem gerado muita polêmica e continua a gerar.

Enfim, a obra se destaca pela linguagem acessível e pela organização minuciosa e metódica dos conteúdos. Chamo a atenção, ainda, para a lista de palavras que são grafadas com hífen e sem ele.

Como analisa a questão da leitura no país?

De acordo com pesquisas, o brasileiro lê, em média, seis minutos por dia, ou seja, isso é muito, muito pouco. Contudo, em relação a tais pesquisas, sempre tenho minhas dúvidas. Costumo dizer que é sempre muito difícil e arriscado generalizar certos assuntos e situações. Acredito que a população de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, enfim, de grandes centros, lê mais porque esses estados são e sempre foram considerados polos culturais. Já em pequenos centros a história é outra.

A internet, de certa forma, resgatou a escrita. Isso foi e está sendo muito importante, uma vez que mal ou bem as pessoas passaram a escrever mais. No entanto, do ponto de vista da leitura, ainda não surgiram ferramentas que incentivem a leitura dos mais diversos gêneros textuais.

Outros Destaques

Colunistas

Otávio Zaia e o livro “Nóis sabe português”

Colunistas

AVC em crianças

Colunistas

A Sociologia dos Trópicos

Siga-nos
Destaques
Jornada Pedagógica de Ribeirão reúne 1.200 professores
Mauá discute melhorias na Saúde
Em congresso, PSB Mauá reelege Israel Aleixo
Revista
Jornal