Mauá
Publicado às 10h50 — 22 de maio de 2017
Curso de Medicina em Mauá depende de vistoria
Por Vinicius Pinheiro | Portal Mauá e Região

curso

A unidade de Mauá da Uninove (Universidade Nove de Julho), espaço onde serão ofertadas 50 vagas do curso de Medicina, por meio de edital do Programa Mais Médicos, do governo federal, aguarda visita técnica do MEC (Ministério da Educação), prevista para julho. No entanto, o centro de conhecimento – instalado em espaço onde funcionava o hotel Diamond Mauá, na Vila Bocaina – tem previsão de iniciar as atividades apenas em 2018, tendo em vista a dependência de aval da União para a realização de processo seletivo.

Para o prefeito Atila Jacomussi (PSB), a localização da universidade é perfeita para atender a população. “A Uninove achou esse espaço, onde funcionava o hotel, há uns quatro a cinco meses. Vem a calhar com o nosso desejo de acesso fácil e rápido ao transporte público, na área central”, observa.

O reitor da universidade, Eduardo Storópoli, já havia destacado à equipe do Diário, no começo de abril, que o início do processo seletivo será realizado apenas após aval do MEC, o que implica em mais tempo para o início das aulas. “Somente após o aval iniciaremos o vestibular, realizado pela Fundação Vunesp e pela Fundação Carlos Chagas. Então, provavelmente, vamos distribuir o processo seletivo entre as duas instituições”.

Atila voltou a firmar o compromisso de utilizar o repasse obrigatório de 10% do valor da arrecadação das mensalidades do curso de Medicina da Uninove em Mauá para a área da Saúde.

São Bernardo também passa a contar com unidade da Uninove. Por lá, o processo para início das aulas dos 150 alunos de Medicina está mais adiantado, tendo em vista que já foi realizada vistoria do MEC em abril e firmada parceria com a Prefeitura para o repasse de verba para a rede pública. A expectativa é a de que o processo desenrole em tempo de iniciar as aulas no segundo semestre.

A instalação dos cursos de Medicina na região ocorre quase dois anos depois da escolha da Uninove como responsável pela oferta das vagas. Isso devido a imbróglio judicial.

Por Natália Fernandjes – Diário do Grande ABC

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